sábado, 30 de maio de 2009

Doença mental

De há uns tempos para cá tenho sido vítima de perseguição cibernética. Eu passo a explicar: estou eu muito descansada no meu canto da blogosfera e alguém (doente mental) leu alguma coisa que não gostou e desde aí trata de me enviar 30 comentários por dia (daqueles que é só para moer o juízo a uma pessoa) com ameaças no mínimo estúpidas do tipo "Enquanto não pedires desculpa não te largamos". Ah!Ah!Ah!Ah! No mínimo isso dá-me vontade de rir... Se vir ao meu blogue pelo menos duas vezes por dia para deixar comentários não é gostar de me ler, então não sei o que é...
Eu quando leio alguma coisa num blogue que não gosto pura e simplesmente não volto lá e não me ponho a fazer comentários desagradáveis por trás de falsos blogues ou do anonimato, que é das coisas mais pequeninas que se pode fazer.
Meus caros, este cantinho da blogosfera é MEU, e eu escrevo aquilo que muito bem me apetecer acerca do que EU QUISER. Não é por determinadas criaturas na face da terra padecerem de doença mental e me virem ameaçar que vai mudar isso ou que me vá começar a tirar o sono à noite.
Agora que já teve os 5 minutinhos de atenção get a life and f... off!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

O diário de todas nós

Tenho admiração pela Jane Austen, a escritora do "Diário de Bridget Jones". De uma forma ligeira e caricaturada ela conseguiu escrever os medos e receios de grande parte do universo feminino. Sim, porque existe uma pequena percentagem que vive na dimensão das 100% seguras, isto é: estalam os dedos e eles caem à sua frente, dão-se ao luxo de escolher de uma vasta panóplia de belíssimos espécimes e no fim têm sorte com a escolha.
Mas as Brigites são aquelas que olham ao espelho 10 vezes com roupas diferentes antes de sairem com um date, que compram 548 cremes diferentes para a celulite, que têm o azar de ter um restinho do jantar no dente da frente enquanto estão a flirtar um borracho, etc, etc....
Esta maioria passa grande parte da sua vida à procura do príncipe, o tal, a metade da laranjinha, o seu mais-que-tudo... Sempre que conhecem um homem mais interessante inspeccionam-no com olho clínico à procura de defeitos e, quando finalmente o têm procuram as falhas que coincidem com a sua insegurança, arranjam pretextos para alimentar fantasmas e discussões como pretexto para fazer as pazes e no final ouvirem um Amo-te.
Regra geral, as Bridget Jones que conheço, apaixonam-se pelos homens errados a vida interia e quando aparecem os seus Mr Darcys elas acham que é bom demais para ser verdade e fazem tudo errado (por causa da sua desconfiança e incredulidade) até que no final eles demonstram ser seres dignos de confiança e da sua paixão....
Eu já fui assim. Achei que esse príncipe nunca mais aparecia, que se tratava de um mito, que ia ser aquela amiga que passa a vida em festas para camuflar a sua solidão, que ía "ficar para tia" porque não havia ninguém que me impressionasse o suficiente para ser meu namorado, e no entanto aqui estou eu ao lado de uma pessoa tão especial que ainda dou por mim a beliscar-me para acordar de um sonho que acho não ser meu....



quinta-feira, 28 de maio de 2009

Comunicar

... é isto mesmo, é colocarmo-nos ao nível dos outros.

video

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Zé Pedro vs Miguel Sousa Tavares


Li hoje nos media português que finalmente o "Zé Pedro, guitarrista dos Xutos e Pontapés, assumia a sua paixão pela Cristina Avides Moreira" (???). Dito só assim para mim era o mesmo que dizerem que o moço tinha assumido uma relação com uma Maria qualquer, mas não... Esta senhora é a ex de Miguel Sousa Tavares.
Epá! É impressão minha ou o Zé Pedro e o Miguel Sousa Tavares têm profundas semelhanças físicas???? Pois reparem nas fotos: o formato da cara é igual e ambos têm aqueles olhos descaídos de cãozinho abandonado e até o cabelinho é mais ou menos do mesmo estilo. Por mim passavam bem por irmãos.
Bem verdade que os estilos são completamente opostos: um é o típico Betinho-de-Cascais-do-sapato-com-berloque e outro um completo roqueiro enfant terrible mas ambos partilham a paixão pelas artes (escrita e música). Dizem que o coração não escolhe por quem se apaixona, mas neste caso parece-me que houve um certo GPS, não?

terça-feira, 26 de maio de 2009

Apetecia-me comprar...

Hoje apetece-me dar uma de pseudo consumista. Ando a namorar estes sapatos há que tempos mas como são de marca Burberrys (quer isto dizer que são caros como a p**aça) vão ser apenas uma paixão platónica. Mesmo que os pudesse comprar teria de esperar pacientemente por dias de sol e temperaturas amenas que não são coisa típica por aqui. Pronto, vou tratar de olhar para a foto e suspirar... Ai, ai!

domingo, 24 de maio de 2009

Sunday mood

Ontem ouvi esta música e apeteceu-me postá-la aqui :-)


sábado, 23 de maio de 2009

Angels and Demons

Há uns anos atrás, feita mémé no grande rebanho das modas de determinados autores, peguei naquele tijolo que dava pelo nome de Codigo Da Vinci e devorei-o como se não houvesse amanhã. Tanto gostei do dito livro que tratei logo de arranjar mais um do Dan Brown que me satisfizesse a gula literária em que me encontrava. Depois de dois calhamaços do mesmo autor dei-me por satisfeita e parei. Ler Dan Brown é como comer bife com batatas fritas. Pode-se comer todos os dias pois sabe bem, mas chega um dia em que olhamos para outros pratos e pensamos que vale a pena experimentar outra coisa porque aquele, apesar de bom, já não nos enche as medidas. A escrita deste autor é descritiva mas fluída e consegue prender-nos à leitura desde o primeiro parágrafo, o problema é que aquando da segunda leitura concluí que as histórias que conta têm muitas semelhanças.
Depois de lidos dois títulos da sua obra fui com as minhas fasquias bastante elevadas ver o primeiro dos filmes - o Da Vinci Code. Este foi o meu primeiro erro. Não conheço nenhum filme que seja melhor que o livro. É claro que temos de ter em conta que para ter uma duração razoável e ainda dar lucro os realizadores têm de cortar em muitos detalhes e é isso que acaba por nos desencantar. No final posso dizer que gostei do filme, mas não adorei.
Desta feita fui ver o “Anjos e Demónios” e fiz por não esperar muito do filme. Gostei mais uma vez, mas acho que isto começa a parecer muito a saga de “Robert Langdon em busca de toda a verdade na igreja católica”. A narrativa de uma forma geral gira à volta de criptologia, que eu acho muito interessante mas dá uma trabalheira. É que nada do que pareçe é... Ufa! Até a anti-matéria que deveria ter os seu destaque pela importância da relação com a criação se desvaneçe no elenco. Também achei o papel da cientista muito secundário, tanto que acho que se ela lá não estivesse também não se daria pela a ausência.

Resumindo e concluindo, acho que é um bom filme para uma tarde chuvosa de Inverno.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Feriados! Venham eles...

Se eu achava que Portugal era o país dos feriados concluí que estava enganada. Por aqui existem muitos que (pasmem-se) são feriados religiosos. Ora dito isto, acrescento que ontem foi mais um deles - Hemelvaartsdag que por outras palavras se refere ao dia da Ascenção (quando Jesus ressuscitou), festejado 40 dias após a Páscoa. Ver pessoas na igreja a assistir à missa que é bom, nadica de nadica... Como o dia estava ameno para mim, mas fantástico para o comum dos holandeses ele foi ver um desfilar de lulas, com patrocínio da lexívia, pelas ruas de Amesterdão.
Esta gente mal vê um bocadinho de sol (mesmo que esteja um ar fresco-pró-geladote) vai logo vestir a roupa mais veraneante que tenha no armário e depois é vê-los a exibirem com orgulho o bronze de tons lagosta que ganharam na esplanada mais perto de casa. E como, enquanto dura o sol, não desarredam pé do melhor spot do café vão investindo na sua bebida favorita - a bejeca. No final do dia pode assistir-se às melhores performances que o estado etílico induz e é a risada pegada... São assim mas são felizes :-)

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Telemóveis

Eu não sou uma gadget freak, qualquer telemóvel que não pese 2 kilos, dê para fazer chamadas e mandar mensagens me serve. A bem dizer, a única coisa que me consegue irritar no meu telemóvel é mesmo a falta de rede, mas isso são outras núpcias. Talvez seja por isso que tenha alguma dificuldade em entender aquelas pessoas que de cada vez que sai um topo de gama lá se encaminham para a loja dos brinquedos comprá-lo. Como diria uma pessoa que mui admiro – são os puros prazeres sensoriais, que todos temos (pois claro) mas cada um ao seu nível...
Lembro-me de no início da era T, quando se atendia o telemóvel ficava-se meio envergonhado a falar por sentir que se expunha a vidinha aos demais, mas até isso mudou senhores.... Eu não quero saber da vida de outrém e aborrece-me ter de apanhar com conversas (muitas vezes intermináveis) que não me dizem respeito, ainda para mais quando são de alguma intimidade. Dou por mim meio envergonhada e não é nada com a minha pessoa... Pfffff!
Agora a última que para mim roça a bimbalhiçe é a moda de pôr a música do telemóvel em alta voz. Epá, sou só eu que acho que existem muitas semelhanças com aqueles senhores que compram o rádiozinho de bolso para ouvirem o relato de futebol ao domingo? E a qualidade do som???? Lembra-me o pessoal que gosta de dar música aos outros (nos seus carritos, na vizinhança ou até na praia com o seu tijolo) e que de tanto aumentarem o volume (na proporção de querer impressionar) chegam à distorção. Dá alguma pica ouvir a música assim? Não me parece. Ide comprar uns ariculares e não incomodai mais as criaturas de Deus, sim?

terça-feira, 19 de maio de 2009

A dona de casa perfeita

Por estes lados dá um programa da BBC com o nome “The perfect housewife”. Trata-se de uma espécie de concurso em que familiares inscrevem a protagonista para que esta saia com uma maior motivação para as lides domésticas. Tenho de confessar que a primeira vez que o vi tive alguma dificuldade em acreditar que existiam pessoas cujo desmazelo atinge proporções gigantescas. Até hoje conheci apenas duas pessoas assim, mas como na altura tinham pouco mais de vinte anos achei que a vida por si e as pessoas que passariam por elas tratariam de lhes ensinar o certo e o errado nesta equação de limpeza.
A anfitriã - Anthea Turner não tem uma tarefa fácil. Desde casas de banho de famílias com crianças pequenas que se encontram mais sujas que os banheiros municipais, cozinhas em que a palavra de ordem é a desordem, quartos em que nunca se limpou o pó e acumulam roupa em todos os cantos, espelhos em que é possível fazer desenhos com os dedos, sítios escusos com revistas para reciclar há anos, alpendres por varrer e por acabar ad eternum, vê-se de tudo um pouco neste programa. Qualquer destas situações faria o mais crente em baixar os braços e dizer forget it.
Em dois dias Anthea tem de dar formação às duas donas de casa imperfeitas e enganem-se aqueles que pensam que vão ser dados ensinamentos de alguma bíblia da limpeza, nã, nã, são coisas bem básicas, princípios de arrumação, de limpeza, de organização. Tudo aquilo que desaprenderam ao longo de anos de incúria.
O que é certo é que no final, depois de um prazo dado a cada uma das concorrentes, lá as casas aparecem com um ar limpo e simpático. Até existe um prémio (aliciante???) de produtos de limpeza, mas a dúvida subsiste – Será que as participantes passarão a ser perfeitas donas de casa????

segunda-feira, 18 de maio de 2009

The animals save the planet

Quando se tem de inventar publicidade para mudar mentalidades elas têm de usar boa matéria prima. Aqui fica um belo exemplo:


domingo, 17 de maio de 2009

Mulheres no parlamento do Kuwait...

São passinhos de bebé para um país que só muito recentemente deu o direito de voto às mulheres (2005), mas é um sinal de esperança para a população feminina deste país islâmico que pouco conheçe o significado da palavra "direitos".

sábado, 16 de maio de 2009

Comidinha

Desde que moro na terra das tairocas que ando para provar um prato tipicamente holandês mas todos (que não holandeses) me dizem que não vale a pena porque é a típica comida deslavada de camponês: batatas com carne, e eu por batatas com carne venha de lá o meu "dois toques" com o ovito a cavalo.
Na lista das poucas coisas tipicamente holandesas que provei e posso dizer "gosto pá" encontram-se as dutch stroopwaffles (duas bolachas do tipo belgas com recheio de mel), o kroket da FEBO (tipo o nosso croquete mas em tamanho XXL e mais cremoso), as bitterballen (quase idênticas aos krokets mas pequenas e num formato redondo) e a erwtensoep (sopa do género da nossa sopa da pedra mas feita com caldo de ervilhas e mais espessa). De resto na categoria da culinária não há nada de muito holandês nesta terra, é quase tudo importado de ex-colónias ou de povos que adoptaram esta como sua casa. Nunca tinha encontrado tamanha panóplia de restaurantes numa só cidade, acho que só falta mesmo encontrar uma tasca típica do Reino da Swazilândia porque de resto já vi de tudo um pouco.
Quanto a restaurantes portugueses também os há, pouquinhos, mas há e, segundo me disseram, só um vale a pena de ser visitado e para meu infortúnio não foi o que visitei. Num dia de saudadite aguda tivémos a iniciativa de visitar o "De portugees", que é como quem diz: O português, mas tenho a dizer-vos que as receitas já só eram 70% portuguesas. Alguém conhece amêijoas à Bolhão Pato com cebola??? Eu não conhecia e passei a conhecer, mas pronto, como sou óptimista imagino que seria aquilo que se chama agora de cozinha de fusão... As doses eram mitras e os preços, upa, upa... Quase tive de pôr um comprimidinho debaixo da língua! Não tenho bem a certeza, mas acho que no talão da caixa ao lado do preço vinha uma frasesinha que traduzida queria dizer: Benvidos a Amesterdão...
Fazer uma refeição fora de casa por estes lados pode ser carote, mas com tanta escolha vale a pena ir experimentando (de preferência se forem referenciados) diferentes cozinhas, só assim é que podemos ir escolhendo a nossa preferência e analisar a relação qualidade-preço. Neste momento o meu number one é o Tai Bird (restaurante tailandês).

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Sobre as proibições das liberdades nas indumetárias

"Olha-me nos olhos, eu disse nos olhos", lembram-se do Wonderbra?

De há uns tempos para cá lê-se com alguma frequência que algumas escolas começaram a adoptar regras acerca da indumentária usada na mesma. Se tivesse lido esta notícia antes de ter dado formação a teenagers era capaz de discordar mas depois de ter passado por essa experiência marcante no ensino técnico profissional as cores com que passei a ver o mundo modificaram-se drasticamente. Vi meninos a usarem Havaianas na sala de aula no pico do Verão, meninas a desfilarem com decotes pronunciados e mini-saias que pareciam cintos largos e por mais restrições, regras ou negociações que houvesse a coisa nunca foi pacífica. Acho até que ganhei cabelos brancos à conta das divergências diárias. Lembro-me, em particular, de um dia em plena sessão de formação estar a explicar um conceito a uma aluna e de tal forma o seu decote era pronúnciado que me perdi na explicação que lhe dava e, tenho que salientar que, não tenho preferência sexual por mulheres. Eu tenho que para mim a moda e a forma como a adoptamos tem muito a ver com a liberdade (que nos dão) e o nosso bom senso.
Quando tinha 13 anos recordo-me que uma das modas da altura era usar as calças dobradas a mostrar o tornozelo e a mãe de uma amiga minha pura e simplesmente a proibia de o fazer ao ponto de um dia a ter apanhado com as calças desta forma e lhe ter dado uma valente tareia à minha frente. É claro que o facto de ela viver de sobreaviso não a impediu de usar as calças da forma que gostava, mas este pequeno exemplo serve apenas para mostrar que nem o 8 nem o 80 (que é esta ausência de regras) levam a bom porto.
Não há dia que vá na rua em que não veja as cuecas de um puto qualquer que vá à minha frente, e não é escolha minha! Se tiver de escolher entre ver e não ver, garanto-vos que prefiro a segunda opção! Roupa interior ou underware são isso mesmo: para serem usadas no interior da outra roupa, para não serem mostradas em público, certo? Agora imaginem que isto passa a outro patamar, por exemplo deixarem pura e simplesmente de usar as ditas cuecas... Ficaram arrepiados? Eu fiquei...
Nos EUA, em particular em Atlanta, se alguém usar as calças descaídas como se usam agora ou roupa demasiado ousada são multados por exposição indecente em 50$. Se a moda pega os Governos vão passar a arrecadar muito dinheirinho... Ops, é melhor não lhes dar ideias!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Um, dois, insiste, insiste....

Após longos meses longe de ginásios e complexos gímnicos lá me enchi de coragem e voltei a máquinas e tapetes rolantes, qual fábrica do senhor Ford! A sensação foi ambígua. Por um lado a satisfação de voltar a fazer o dito exercício físico, por outro a nostalgia de me sentir entre quatro paredes a fazer os mesmos movimentos repetidos ao som da música de carrinhos de choque. Faltou-me a harmonia dos alongamentos yogis, o som dos mantras e a serenidade com que deixava o meu clube. Lá me começou a latejar a veia do saudosismo e veio-me à memória os bons momentos que passei com o meu grupo de colegas com o qual fui tantas vezes praticar o yoga ao ar livre na praia nos solstícios de Verão ou no parque aquando de temperaturas mornas. A breve trecho tenho de encontrar um ginásio com yoga porque estas coisas de ginástica enlatada não são para mim!
Por esta altura devem estar a pensar que este interesse repentino em ir para o ginásio só pode estar relacionado com o Verão: "Deves estar preocupada em perder uns quilos ou fazer desaparecer a celulite", pensam vocês!... Não, meus amicis, se perder mais quilos desapareço, em relação à celulite não conheço menina que não a tenha e... não há milagres. O segredo acho que é mesmo ser muito regrada e não largar jamais essa instituição que é o ginásio pelo menos umas boas horas por semana... Eu, por enquanto, não tenho essa paciência!
Agoram repitam comigo: Um, dois, esquerdo, direito, encolhe a barriga e estica o peito ... ;-)

Welcome!

E aqui estou eu no novo estaminé. Já estava mais que na altura de mudar de "casa" depois de 2 anos no Onda-do-mar. A quem me segue as boas vindas e tchim-tchim...