terça-feira, 9 de junho de 2009

Quando a cabeça não tem juízo...

Num momento de pura gula fui ao frigorifico e verifiquei que tinha um abençoado Tiramisú por lá esquecido. Olho para a data e verifico que já passaram quase duas semanas do prazo de limite de consumo. Oiço o Tico e Teco em pleno luta, um a dizer que sim, que se lixe e o outro a dizer "'tás mas é maluca se comeres isso". A decisão acabou por não ser demorada.
Degustei morosamente a minha sobremesa favorita e agora ando à procura no Google de como se reza uma Avé Maria para não me dar uma valente diarreia. A consciência prega-nos com cada partida...

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Wii love it

Das várias vezes que ligava a TV lá aparecia insistentemente o tal jogo de que todos falavam. Ele faz jogos em grupo, ele dá a possibilidade de sessões de yoga, ele é um acontecimento em si que ganha fãs todos os dias.... E com a dormência a que nos reduz a publicidade lá ouvia vezes sem conta as suas características sem lhe ligar verdadeira importância.

Um dia, a meio de um farto jantar de amigos alguém sugere jogar o dito Wii, e como ninguém estava em condições de se sentar no bendito sofá sem adormeçer a proposta foi aceite por todos com grande entusiasmo. Pois que ele foi bowling, tennis, boxe, hulla up, sky, saltos na pista de sky e mais uma série de actividades que me deixaram literalmente de cama no dia seguinte. Qual aula de ginástica? Quem precisa de um ginásio quando tem uma maquineta daquelas em casa? Bonito, bonito é para quem está de fora a ver-nos gesticular no ar em frente de um televisor. É chamada telefónica certinha para o nº 53 da Av do Brasil...

Com tudo isto a Nitendo acabou por ganhar mais um punhado de fãs. Se conseguir aguentar mais uns meses parece que já tenho um pedido para fazer ao Pai Natal.

sábado, 6 de junho de 2009

Vergonha

Ultimamente sinto alguma vergonha quando leio os jornais. São só escândalos políticos. Berlusconi com a sua tara por rapariguinhas de tenra idade, Gordon Brown com um corrupio de entra-e-sai de ministros a abusarem do sistema e os escândalos relacionados com o nosso primeiro-ministro (Freeport) e os seus boys que estão à frente de grandes entidades bancárias.
Mas isto não deveria ser ao contrário? Não deveriam ser estes senhores que nos estão a representar que deveriam dar o exemplo aos demais? Não são estes senhores, a quem entregamos com alguma dificuldade uma imensa fatia do ordenado, que deveriam garantir o nosso bem estar?
Não gosto admitir isto, mas tenho que concordar com aqueles que dizem que alguns dos governantes vão para o poleiro porque acham que vai ser o maior regabofe e que nem é preciso ter pudor de o esconder.
Será que nós não podemos pura e simplesmente deixar de pagar os impostos e alegar: “falta de confiança no poder político” ou então ”dúvida que o dinheiro seja gasto da forma como foi apregoado em campanha eleitoral”?!?! Dava jeito haver uma entidade independente que nos mostrasse que no final o dinheiro que entregamos é gasto adequadamente e não esbanjado em tachos e luxos estúpidos.
Por falar em luxos, outra que tenho tido alguma dificulade em digerir é o nosso Presidente da República querer gastar uns tostõezitos em jactos de luxo para os governantes quando nuestros reales hermanos viajam de low cost para irem visitar familiares. É nestes pequenos exemplos que deveremos colocar a vistinha, não acham?

Nature calls

Quando o tem que ser tem muita força... :-)

sexta-feira, 5 de junho de 2009

...

Inadvertidamente tomamos determinadas coisas na nossa vida por certas. Olhamos como expectadores para determinadas situações e achamos que estas acontecem apenas aos outros e isso chega a tranquilizar-nos por momentos, tira-nos um substancial peso de cima. Respiramos fundo e continuamos com a nossa vidinha.
Um dia acordamos e tudo aquilo que nos fazia acreditar e nos dava segurança desabou e não sabemos como tal aconteceu. Que fazer? Como reagir? Talvez tentar digerir primeiro o que se passou, viver um dia de cada vez mais envolvidos no que nos rodeia e encarar isto como uma vacina para a vida.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Vondelpark

Acho que já vos falei da quantidade de feriados que existe nesta terra e segunda-feira, para não fugir à regra, foi mais um deles (Petencost – 7 semanas depois da Páscoa). Para ajudar a festa estiveram umas temperaturas dignas de praia e esplanada com bebida fresca a acompanhar. Como a praia não é assim tão perto e os factores trânsito e multidão não são propriamente aliciantes, a maioria das pessoas fica-se pelos parques da cidade a apanhar o belo do banho de sol.
Vondelpark é capaz de ser o parque mais conhecido de Amesterdão. Talvez por estar tão perto de alguns ícons turísticos – Van Gogh Museum, Rijksmuseum, Setedelijkmuseum, Diamond Museum e Hard Rock Café. Tem cerca de 47 hectares (coisa pouca) e várias facilidades que atraem público mesmo com o tempo menos convidativo.
Em dias quentes como os que se fizeram sentir no fim de semana parecia que a cidade em peso se tinha mudado de malas e bagagens para o parque. Não havia metro quadrado de relva que não estivesse ocupado por grupos de amigos a saborearem o pic-nic com bebidas geladinhas.
É engraçado sentarmo-nos na relva, fazer parte daquele panorama e apreciar o cenário que desfila à nossa frente. Esta cidade é habitada por pessoas tão diferentes como uma Nova Iorque, mas aqui a coisa é mais uma versão miniatura. Esta é uma das coisas que mais gosto em Amesterdão, é uma cidade eclética e ninguém se chateia com isso.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Telemarketing

Aposto que em alguma altura já foram importunados pelo telemarketing. Vejam este video que mostra uma forma genial de "virar o bico ao prego". Isto é o que eu chamo de serviço público.